
As portas se fecham
o sol desaparece
a lua não vem
a terra estremece
Anunciam o mal
os morcegos que pela noite voam.
As estrelas não têm brilho
os lobos então entoam...
Uivam a morte
que chegando está
Deixando seu cheiro árduo
por onde há de passar.
As imagens se perdem
na escuridão da noite
e não há ninguém para perceber
que há um ser morrendo...
As corujas piam
no solar da morte
e nenhum ser-humano escuta
por sorte!
O vazio toma conta
a vida se vai
Quem não se espanta
ao vê-la matando o que ali vai??!
Morte, morte, morte
tu és tão devasta
corte, morte, corte,
os corações com este chicote frio de madrasta!
A vida ali é piada
os sonhos, uma ilusão...
e ninguém matou essa charada
o Solar é frio por então...
Vestes negras ela está usando
um grande foice carrega
e respira de quando em quando
onde vai repugnante megera?
Vai atacar inocentes
que despreparados estão!
Na sua maioria, adolescentes
vi no seu cardápio até Platão!
Ninguém teme a Morte
pois não há como escapar
Sua voz é de arrepiar
Corra...!!! Boa sorte!!
Cuidado, lá vem a Morte!
Muito obrigado meninas! Meu primeiro destaque!! Ficará registrado com muito carinho!

Carnaval... purpurina
Bomboleia...serpentina
Para onde vai esta menina
que tanto me fascina?
Ela, usando uma máscara
Sai dançando pelo salão.
E eu, ali parado, estático
Apenas experimento essa sensação
Bela menina, flutua enquato pula
Espalha sorrisos de diamantes
Belas jóias tem como olhos
e pêssegos aveludados como lábios.
Que changes tenho eu, pobre empregado
Em tocar-lhe a tenra face?
Em saciar minha sede de amor em teus braços
Em desnudar suas mão enluvadas.
Fico preso a esse pequeno instante
Quando nossos olhos se cruzaram
Para sempre te amarei, menina.
Doce comcubina me apaixonaste.


