Sunset and Thoughts
Meu recanto de poesias
Trova pastoril

 

Ah.. você!
Figura feminina
Alva, linda,
doce encanto que me fascina
seu nome é, Florinda.

Minha flor querida,
que a todos ilumina
a cada sorriso teu.

Meus singelos versos
nem um pouco complexos
até meio sem nexo,
pretendem enaltecê-la

Sim, querida Florinda
esta minha doce menina
que passeia pelos campos belos
atrás de pequenos cogumelos

Espalha seu doce perfume
por todo o seu percurso
Como alguém como eu poderia ser imune
a tão bela humana figura?

Florinda, seu que você minha não pode ser
sou um pobre pastor que viu-a florescer
de pequena menina melher virou
e o coração deste pobre flechou.

Amo-a, assim, ao longe
sem poder tocar estas frágeis mãos
sem poder palavras gritar distante
nem ao menos flechar seu coração.


Olá pessoal, tudo bem?!

 

Estivesse sem computador por alguns dias, pois ele estragou. Gostaria de compartilhar com vocês um presente que ganhei do Palácio Real por melhor poesia.

Muito obrigada a todos os comentários. Logo retribuirei o carinho de todos.

*.*kisses*.*



16h38 |
Inocente sentimento

 

 

A doce brisa
que por aqui caminha
desafia-me a tecer
uma rima.

A bela flor
que o orvalho derrama
não se dá conta
do doce amor

De quem a arranca
de seu verde talo
que suspirando a leva
para seu regalo.

Feliz canta
seu coração
tendo espalhar
a tal Paixão.

Sentimento casto
de pura cor
que se transfere
também como Amor.

Ao vê-la, linda,
tão doce e alva,
a flor menina
a oferece.
Ela não fala,
apenas enrubece
e diz a ele,
que se emudece,
que dentro dela
também aquece,
sentimento tão doce
chamado Amor.

 


Olá para todos! Muito obrigada por todas as visitas que serão devidamente retribuídas. Irei postar aqui neste cantinho, assim como no meu outro - To Afim de Escrever - uma vez na semana. Faço isso, infelizmente, pela falta de tempo. Espero que gostem de tudo por aqui.

*.*kisses*.*



02h27 |
Viagem sem nexo

Abro os olhos e me encontro em um mundo estranho
De céu azulado, nuvens negras, sem estrelas
Grito desesperado e ouço a voz de um estranho
Ao longe, como um sussurro...

A sombra de uma árvore surge à frente,
mas quando me aproximo vejo algo diferente
Não era uma planta e sim gente!

Caminho, minhas pernas tremem,
entre as miotas observo uma festa
as pessoas dançavam em roda
gritavam palavras incoerentes


Gigantes que no escuro brilham
Dançavam levemente a minha frente
suas vestes do prata ao preto piscavam
Saltos davam contentes.

Sinto um toque, petrifico.
Em um piscar, encontro-me entre eles,
que me tocam como se não fesse normal
Como se fosse uma alienígena ou coisa igual.

Disparo e entre meus passos tropeço
encontro-me em um hall, desfaleço.
Acordo entre degraus álvaros
Com dores que me cortavam a alma.

Meu Deus, estarei louco?
Onde estou? Para onde vou?
Perdido no mundo de sonhos me encontro,
no buraco da vida me joguei.

Quando para terra voltarei?
quero novamente olhar o céu azul
e ter certeza que estarei em meu lar
Ouvirei os gritos que do meu peito impreco.
Não sei se serei o mesmo, ao certo.

Surge uma imagem alva
Divina, linda, quase falsa
que os olhos fixam-se em mim ( e fala:)
- Será que o caminho de volta é assim??

Rogo-lhe, alma divina
que me leve de volta a vida
Vou-lhe homenagear, futuramente, com lindos versos
com uma poesia sem nexo.

 


 

Olá pessoal, tudo bem?! Gostaram da nova lay? Adorei!!! Achei em um link lá no Fórum da Leny. Deu muio trabalho para arrumar, mas ficou divino. Estou fazendo mais tags para presentes e outras coisinhas e muitas poesias estão sendo escritas para que, pelo menos 1 vez na semana, eu atualize esse cantinho. A música do blog será mudada para cada poesia, espero que gostem!!! Fiquem todos com Deus!!!



 



19h20 |
Desejo

 

Em um mar agitado
uma tripulação veleja
sem destino, ao certo
em uma grande quimera

Ondas torturantes
o navio atravessam
As águas impedosas
muitos no mar jagam.

De repente, o vento pára
as águas entram em calmaria
Um som melodioso
invade os céus

Um cantar tão hipnotizante
tão belo, tão perfeito
Avistam, os tolos, uma linda mulher
Pulam ao mar, festejam.

Vão ao encontro
daquela bela criatura
que saciar o desejo de carne
faria.

Ao se aproximarem dela
o triste destino transparece
a criatura que outrora bela
era na verdade do mar um monstro.

Morrem todos, pobres tolos
atrás de puro desejo
Eis a história destes marinheiros
que morreram desejando apenas um beijo.



15h08 |